A Poltrona Samira é construída com duas espumas diferentes: D-28 soft no assento, para sustentar, e manta de silicone no encosto, para acolher. Ela senta sobre uma base giratória, o que permite virar para a conversa, para a televisão ou para a janela sem sair do lugar. Planta quase quadrada de 0,75 × 0,75 m, em 0,76 m de altura, com estrutura em madeira.
A Samira é construída com duas espumas diferentes, e não por acaso: espuma D-28 soft no assento, manta de silicone no encosto. São dois materiais com comportamentos opostos, cada um no lugar onde o corpo pede uma coisa diferente — firmeza embaixo, maciez atrás.
Ela senta sobre uma base giratória, o que muda o papel dela no ambiente. Uma poltrona fixa aponta para uma direção só e é preciso arrastá-la para mudar isso. A Samira gira: a mesma peça serve para a conversa na sala, para a televisão e para a janela, sem sair do lugar.
As medidas são de planta quase quadrada — 0,75 m de largura por 0,75 m de profundidade, com 0,76 m de altura total. É uma poltrona de corpo generoso e linha baixa, que acomoda bem sem levantar uma barreira visual no meio do ambiente. Estrutura em madeira.
| Altura | 0,76 m |
| Largura | 0,75 m |
| Profundidade | 0,75 m |
| Assento | Espuma D-28 soft |
| Encosto | Manta de silicone |
| Estrutura | Madeira |
| Base | Giratória |
Esta é a decisão de projeto que mais afeta o conforto da Samira, e vale entender por quê. Assento e encosto trabalham de formas diferentes, e um estofado que usa o mesmo material nos dois sempre privilegia um em prejuízo do outro.
O assento recebe o peso concentrado. Ali é preciso densidade: a espuma precisa sustentar, voltar à forma e não ceder com o uso diário. A D-28 soft entrega essa sustentação na faixa mais macia — firme o suficiente para não afundar, sem a rigidez de uma espuma de uso comercial.
O encosto trabalha de outro jeito. Ele não sustenta peso, ele recebe as costas e precisa acolher. A manta de silicone é um enchimento macio, que cede e envolve em vez de empurrar de volta. É o que dá a sensação de almofada em vez de encosto duro.
Na prática, você sente a diferença logo nos primeiros minutos: o corpo fica apoiado e as costas ficam acomodadas, ao mesmo tempo. É a combinação que separa uma poltrona de ficar de uma poltrona de sentar rápido.
Uma ressalva honesta sobre a manta: por ser um enchimento macio, ela acomoda com o uso e marca no lugar onde as costas apoiam. Não é defeito — é o comportamento do material. Dar uns tapinhas no encosto de vez em quando redistribui o enchimento e devolve o volume original.
Girar resolve um problema específico de sala: a poltrona quase sempre fica entre dois pontos de interesse. A televisão de um lado, o sofá e a conversa do outro. A janela, a varanda, a entrada da sala. Uma poltrona fixa obriga a escolher um deles no dia da montagem.
A base giratória tira essa escolha da planta e devolve para quem está sentado. Você vira para conversar, vira para assistir, vira para ver quem chegou — sem arrastar nada, sem riscar o piso e sem desfazer a composição do ambiente.
Em quarto, ela funciona pelo mesmo motivo: a poltrona de leitura perto da janela pode girar para a cama ou para a luz conforme a hora do dia.
O que isso exige em troca: espaço livre em volta. A Samira precisa girar sem encontrar obstáculo, então ela não é a poltrona para encaixar no canto entre duas paredes — ali o giro deixa de fazer sentido. Deixe folga nas laterais e cuidado com a mesinha de apoio: se ela estiver muito próxima, a poltrona bate nela ao girar.
Largura e profundidade iguais é uma característica que combina bem com a base giratória, e por um motivo prático: uma peça de planta quadrada ocupa o mesmo espaço em qualquer posição em que pare. Ela gira sem mudar a área que toma no ambiente, o que torna o posicionamento bem mais previsível na hora de montar a sala.
Os 0,75 m de profundidade são o que permite recostar de verdade — não é a poltrona de borda, onde só a frente da coxa apoia. E a altura total de 0,76 m mantém a linha baixa: a Samira não cria um bloco vertical no meio do ambiente e não corta a vista para o resto da sala. Em planta integrada, isso conta.
Se o seu espaço é apertado e a prioridade é ocupar pouco chão, vale olhar a Poltrona Coffie Zoze, com 0,65 m de largura e 0,69 m de profundidade — ela não gira, mas resolve bem o canto de leitura onde a Samira ficaria grande demais.
Onde ela funciona menos: encaixada em canto fechado, com parede nas duas laterais. A peça cabe, mas o giro — que é a razão de escolher esta poltrona — deixa de servir para alguma coisa.
| Produto | Poltrona Samira, base giratória |
| Altura | 0,76 m |
| Comprimento (largura) | 0,75 m |
| Profundidade | 0,75 m |
| Assento / espessura | Espuma D-28 soft |
| Encosto / espuma | Manta de silicone |
| Estrutura | Madeira |
| Base | Giratória |
| Indicação de uso | Sala de estar, quarto, home office, uso residencial |
A base é giratória. O quanto ela gira na sua sala depende do espaço livre em volta — por isso vale reservar folga nas laterais e conferir a distância até a mesinha de apoio.
Porque trabalham de formas diferentes. O assento recebe peso concentrado e precisa de sustentação, função da espuma D-28 soft. O encosto recebe as costas e precisa acolher, função da manta de silicone, que cede e envolve.
A manta de silicone acomoda no lugar onde as costas apoiam, o que é próprio do material. Ajeitar o enchimento com alguns tapinhas redistribui a manta e devolve o volume.
São 0,75 m em cada direção, mais o espaço livre que o giro exige em volta. Em ambiente apertado, a Poltrona Coffie Zoze (0,65 × 0,69 m) ocupa menos chão, embora não gire.
Cabe, mas não é o melhor uso. Com parede nas duas laterais o giro fica bloqueado, e é justamente o giro que diferencia esta poltrona.
Não. Cada pedido corresponde a uma unidade avulsa. Para compor com duas poltronas, adicione a quantidade desejada ao carrinho.
Poltrona Samira, base giratória. Assento firme, encosto macio e a liberdade de virar para onde a sala estiver acontecendo.